Brinco-de-Índio: A Majestosa Árvore Ornamental
O Brinco-de-Índio, com nome científico Cojoba arborea, é uma árvore de porte majestoso, originária da América Central, México, Caribe e América do Sul. Conhecida por sua ampla copa e tronco que pode ser retorcido ou ereto, essa árvore é amplamente apreciada em paisagismo, especialmente em grandes jardins, praças e parques, onde sua beleza e funcionalidade podem ser plenamente apreciadas.
A árvore pode alcançar até 12 metros de altura e possui folhas bipinadas e delicadas, que brotam com uma coloração avermelhada, tornando-se verde-brilhante à medida que amadurecem. Durante a primavera, o Brinco-de-Índio se enche de inflorescências globosas, com flores hermafroditas de estames longos e brancos, que lembram pequenos pompons. Essa floração é seguida pela frutificação, que ocorre no verão e no outono, quando surgem vagens recurvadas e pendentes de coloração vermelha viva, que podem atingir até 15 cm de comprimento. Essas vagens, ao se abrirem, revelam de 4 a 8 sementes pretas brilhantes, que pendem da árvore como verdadeiros “brincos”, dando origem ao nome popular.
Essa espécie aprecia clima tropical quente e úmido, mas não tolera geadas, sendo ideal para regiões de clima equatorial e tropical. Deve ser cultivada em solo fértil e rico em matéria orgânica, com regas regulares nos primeiros anos após o plantio. Na fase adulta, a árvore é ligeiramente resistente a curtos períodos de estiagem. A poda é bem-vinda para contenção e remoção de galhos indesejados, desde que respeite o formato arquitetônico da copa.
Na Ananaí Chalés, foram plantadas quatro mudas de Brinco-de-Índio em 2024. Essas mudas, ao longo dos anos, crescerão para se tornarem exemplares imponentes, fornecendo sombra refrescante e beleza ao ambiente, além de atrair pássaros e outras aves, enriquecendo ainda mais a biodiversidade local.

